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Sólido senso rítmico, grande consciência harmônica, fraseado rico e capacidade técnica para executar suas ideias com tranquilidade. Essas são as principais características desenvolvidas nas aulas de baixo da Companhia das Cordas.

Utilizando material próprio e os melhores autores do mercado, os professores trabalham a consciência do braço (localização de notas, arpejos e escalas), as formas de notação (partitura, cifra e tablatura), os aspectos motores (técnica tradicional, palheta, slap, tapping etc.) e a linguagem dos diversos gêneros (rock, blues, jazz, funk, ritmos brasileiros etc.).

Sempre em função do principal: tocar músicas, executando linhas e solos antológicos e criando os seus próprios, de acordo com o gosto e os objetivos de cada aluno.

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Professores de Baixo Elétrico da Companhia das Cordas


Cleber Alves

Cleber Alves nasceu em São Paulo, em 1967. Entre 1980 e 87 estudou violão com Paulo Santos, Geraldo Torres e Celso Leal. Uma breve passagem pela Poli-USP rendeu a certeza de que não seria engenheiro e o encontro com seu instrumento definitivo, o baixo elétrico.

Entre 87 e 92, conduziu sua formação musical em escolas livres com professores como Paulo Rappoport, Acelino de Paula, Celso Leal e Ricardo Brein, ao mesmo tempo em que se formou em Comunicação na ECA-USP.

Entre 92 e 97 compôs trilhas sonoras e atuou no circuito de blues de São Paulo com a Companhia Paulista de Blues, o Blue Jeans e Celso Blues Boy, além de incursões na música instrumental e na MPB. Entre 92 e 94 estudou baixo acústico na Escola Municipal de Música de São Paulo, com Sandor Mounar Jr.

Em 1996, a atuação em educação que já acontecia há dez anos tornou-se o centro de sua carreira, quando começou a sólida e prolífica parceria com a Companhia das Cordas, que dura até hoje. Aproveitando sua dupla formação em música e comunicação, participou de todas as fases de desenvolvimento da escola, tanto como professor de baixo elétrico, teoria e prática de banda, como nas áreas de marketing, divulgação, atendimento, criação publicitária, treinamento de pessoal, produção de eventos e produção de CDs.

De 2008 a 2013 também atuou como professor universitário nos cursos de Licenciatura em música e Bacharelado em baixo elétrico na Unisantanna.

Atualmente é professore de baixo, prática de banda e teoria, além de coordenador pedagógico da Companhia das Cordas.

 

Léo Versolato

Leonardo Versolato, 28 anos, paulistano, filho de Ubaldo Versolato, estudou piano na infância, em conservatórios e também através de aulas particulares com professores renomados do meio musical paulistano. Em 2005 ao prestar concurso para a ULM – Universidade Livre de Música / Centro de Estudos Musicais Tom Jobim, elegeu como instrumento principal o contrabaixo elétrico. Lá, teve a oportunidade de aprender e desenvolver sua musicalidade com profissionais como Celso Pixinga, Gabriel Bahlis, Sizão Machado e Mario Andreotti, o que o levou a integrar a Orquestra Jovem Tom Jobim, dirigida pelo maestro e saxofonista Roberto Sion. Logo ao se formar neste curso, entrou em Composição e Regência na Faculdade de Música Santa Marcelina.

Em seguida, apesar de dominar os instrumentos que estudou, Léo buscou, ao lado do piano, direcionar-se na composição de músicas próprias.  Inclusive, em 2009, o artista participou do disco coletivo de Dani Gurgel, obra que tinha por objetivo a divulgação de novos compositores da safra paulistana, como Dani Black, Vinicius Calderoni, Tó Brandileone e Léo Bianchini.

Ademais, Léo se formou como produtor na produtora Junk, ao lado do renomado Otávio de Moraes, produtor de artistas como Sandy & Júnior, Rita Lee, Pedro Mariano e até mesmo da Orquestra Jazz Sinfônica. Além e por conta dessa grande experiência, Léo trabalhou por dois anos na Raw Áudio, como compositor de trilhas para propaganda, assinando a composição e a produção de grandes campanhas, como as da Volkswagen, AMBEV, Banco do Brasil, Nextel, Fiat, entre outras – contribuindo, assim, para o imenso quadro de premiações e decorrente prestígio desta produtora que, em 2011, foi a mais premiada do Festival de Cannes.

No começo de 2013, Léo foi reconhecido e agraciado com o convite para gravar seu primeiro disco, o “Santo Bom”, pela gravadora Kuarup. Seu disco teve a produção de Pedro Baldanza, além de contar com a participação de seu pai Ubaldo Versolato e de sua irmã, a também cantora Renata Versolato e foi lançado no final de 2013, com seu show oficial de lançamento realizado no Tom Jazz no meio de 2014. Desde então, Léo vem o trabalhando e galgando relevantes espaços de divulgação como participações em programas como o “Todo Seu” do Ronnie Von e o “Record News” com Heródoto Barbeiro. Além disso, Léo durante todo o período em que se formou como músico vem trabalhando como professor em diversas escolas de música e em aulas particulares de baixo, violão, piano e musicalização infantil e atualmente ministra aulas de contrabaixo na Companhia das Cordas.

 

Marcelo Michelino

Participou de Workshops e Master Classes com músicos como Hermeto Paschoal, Arismar do Espírito Santo, Djalma Corrêa, Mike Stern, John Patitucci, Edsel Gomes e Richard Bona.

Foi um dos fundadores do grupo instrumental Jazz prás Quatro, do grupo instrumental Alamiré, do grupo instrumental Bossa Paulista, esse juntamente com Gigio Debouch, Manito (os incríveis) e Renato Notta, com o qual excursionou pela Itália. Fundou também o grupo de MPB dançante Calamengal, e a Banda Quixabeira.

Integrou por vários anos a equipe de programadores da revista Play Music. Atua como baixista na cena paulistana como free-lance, acompanhando cantores-cantoras e grupos instrumentais.

Atua também como compositor, arranjador, programador midi e coordenador de grupos de sensibilização musical.