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De grande tradição no jazz e na música brasileira, com seu timbre rico e versátil e sua mecânica ágil, o saxofone executa com facilidade melodias de todos os gêneros de música.

As aulas de saxofone da Companhia das Cordas combinam os melhores autores do mercado com material produzido especificamente para cada aluno, para desenvolver a sonoridade, a afinação, a técnica, a leitura e a improvisação, sempre em função do repertório de sua preferência.

E o aluno pode optar entre os membros da família dos saxofones: o alto, o tenor (os mais comuns) o soprano ou o barítono.

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Professores de Saxofone da Companhia das Cordas



Fábio Marins

Bacharel em saxofone pela FAMOSP — Faculdade Mozarteum de São Paulo — e formado em saxofone pela escola Municipal de Música de São Paulo pelos professores Roberto Sion e Izidoro Longano “Bolão”, desenvolve trabalhos no campo da música popular com seu quarteto “Volume Três Bossa Jazz”, com o quarteto de saxofones “Saxofonia”, além de trabalhos de gravação em estúdio e em bandas de jazz.

Na música erudita, explorando a sonoridade do sax alto e do sax barítono, mantém um dueto de sax e piano em que interpreta músicas de Radamés Gnatalli, Debussy, André Chaleaux entre outros.

É professor de saxofone na Companhia das Cordas, na escola de música Feeling e no projeto Guri.

É aluno de regência, canto coral e madrigal da Escola Municipal de Música de São Paulo em curso ministrado pela maestrina Naome Munakata.

Com o grupo vocal Canto Ma Non Presto fez temporada no Teatro Fábrica, em São Paulo, de 28 de março a 17 de maio de 2007, cantando e tocando no espetáculo cênico musical “Organicidade”.’

 

Leonardo Muniz

Leonardo Muniz Corrêa iniciou seus estudos musicais aos seis anos tendo como instrumento o piano, após um tempo despertou o interesse pelos instrumentos de sopros e aos doze ganhou seu primeiro clarinete.

Mais para frente veio o saxofone e teve como professores grandes mestres como Roberto Sion, Carlos Malta, Mario Checchetto e Vinícius Dorin.

Em 2001 se formou na Faculdade Santa Marcelina no curso de composição tendo como principais professores Paulo Tinet, Marcos Mesquita e Silvio Ferraz.

Hoje desenvolve seu trabalho musical, tanto de instrumentista como de educador, compositor e arranjador principalmente na banda “Projeto B”, que já lançou 3 CDs, além de ter trabalhado também com o grupo “Axial” (segundo CD “Senóide” em 2007), “Manu Maltez e Banda Cardume” (primeiro CD “As Neves do Kilimanjaro” em 2005), “Bgroove”, e vários grupos instrumentais entre eles “Armazem Abaporu”, gravando o primeiro CD do grupo.

 

 


Felix Wagner

Iniciou seus estudos de piano aos 8 anos de idade na escola comunal de Wolfsburg (Alemanha)
Toca Jazz desde os 11 anos de idade. Aulas de piano clássico e harmonia com Amilton Godoy (Zimbo Trio).

Nos anos 70 e 80 foi pianista/tecladista da assim chamada vanguarda paulista: Divina Increnca, Grupo UM, Itamar Assumpção, Tetê Espindola entre outros. Compôs jingles (Epatovis B12) e foi diretor musical das encenações “Mahagonny” e “…canta Brecht e Weill” da companhia de teatro Ornitorrinco (Dir. Cacá Rossett). Compôs a musica para o balé “Vidros Moídos” (coreografia Sonia Motta).

Na Europa (Berlin, Roma, Lisboa) compôs para Bigband, quinteto de saxofones e formações jazzísticas, além de atuar como pianista solo (prêmio da cidade de Berlim). Trabalhou também com Albert Mangelsdorff, Till Brönner, Sven Ake Johansson, Garett List, Cher, Twana Rhodes, entre outros.

Como docente livre lecionou solfejo e harmonização jazzística na Universität der Künste (Berlim)
Atualmente mantém um projeto de hardbop-samba em São Paulo e Berlim.